Jogos casuais fora dos domínios do Facebook


Facebook é um fenômeno, muito legal, blá, blá, blá mas tem uma coisinha que incomoda: fixação. Isso do pessoal ficar vidrado em um novo brinquedinho na web e tudo o mais sair do horizonte.Pixel art game

Tá rolando uma discussão interessante sobre você só ver por escolha do Google e do Facebook mais do mesmo, o que já está acostumado a ver – como falei noutro post. Neste o que importa é essa ilusão de que só no Facebook há jogos casuais ou sociais bons, ou fazendo sucesso ou mesmo fazendo dinheiro.

Já faz tempo, talvez desde que o flash se tornou popular na web lá em 1990 e muito, que jogos simples em flash divertem quem tem um tempinho livre entre uma tarefa e outra navegando pelos bits. Não são poucos os sites que são mais antigos que o Facebook e se mantém firmes e fortes em seus propósito original: jogar online! De cabeça lembro de  Miniclip, King, Kongregate, Newgrounds. São muitos e alguns enormes. Espero que todos estejam saudáveis e que sempre possam ser o nascedouro de jogos incríveis e desenvolvedores criativos.

Sem falar em nichos! Infantis, por exemplo: existe uma série de jogos adequados e em redes exclusivas para crianças, como Club Penguin, comprada pela Disney em 2007 por 350 milhões de dólares, e Moshi Monsters.

No Brasil o Jogatina existe há 6 anos, mesmo num nicho bem específico de simulador de jogo de cartas tradicionais e bem brasileiros. E vai muito bem, obrigado.

O que sempre repito para quem quer entender o fenômeno dos jogos no Facebook é que o público enorme que lá joga é, na verdade, quem não busca por jogos, não procura por sites do tema e não tem – ou tinha – jogos como primeira opção em entretenimento. Os jogos caíram no colo das pessoas que lá estavam pra compartilhar informações e mídia com os amigos ou simplesmente pra bater papo. É muito parecido com o que aconteceu com o Wii, os jogos de lá conseguiram ultrapassar a barreira que os controles complexos ou a linguagem muito específica dos jogos tradicionais de console ou PC impunham, atingindo um público mais abarangente. E isso é muito bom para toda indústria dos games.

A você que certamente tem um interesse maior sobre o assunto, caso contrário não estaria aqui me lendo, é que cabe questionar: Zynga e tais valem mais do que a EA, a Activision Blizzard ou a Valve? Essa atenção da mídia, deste público casual e de investidores representam a uma mudança verdadeira e definitiva na indústria ou uma oportunidade de negócios passageira?

É a hora de voltar a questão fundamental: viemos aqui pra jogar ou pra conversar? Se você escolheu a opção jogar clique aqui:  Upgrade Complete. Se escolheu conversar comente este post abaixo que responderei assim que voltar da creche – vou buscar minha filha agora.

Este texto é um esboço bem informal do que veio a ser publicado depois em http://webholic.com.br/2012/03/27/existe-vida-para-os-jogos-sociais-fora-do-facebook/

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